Cultura Urbana
Multiculturalidade
Muro de pintura livre
Sustentabilidade
BORDALO II
Coletivo RUA
CRACK KIDS
D*FACE
FAHR021.3
IAmEelco
Jacqueline de Montaigne
João Varela
Juan Jose Surace
KRUS
LOS PEPES
Mabel Vicentef
METIS
MOTS
NARK
ODEITH
Pedro Podre
Rita Cabaço
Rocket01
Stom500
Thiago Mazza
Thunders Crew
TRAFFIC
V4 Fat Heat
V4 Mikolaj Rejs
V4 PAUSEr
V4 RCLS
Zurik
Exposição
Instalação
Intervenção
Visita Guiada
Workshop

enquadramento

MURO LX_2021 - O MURO QUE NOS (RE)ÚNE

núcleos

enquadramento

MURO LX_2021

núcleos

FESTIVAL MURO_LX


O MURO_LX é o festival de Arte Urbana de Lisboa, desenvolvido pela Galeria de Arte Urbana (GAU), núcleo do Departamento de Património Cultural, integrado na Direção Municipal de Cultura da Câmara Municipal de Lisboa.


O Festival MURO_LX foi criado em 2016 com o propósito de promover a Arte Urbana na cidade de Lisboa, através do apoio à criação e à produção de novas obras em espaço público, e difundir os seus autores, nacionais e estrangeiros.


A cada edição, o MURO_LX intervém numa única freguesia da cidade, proporcionando a descoberta de um novo território através da arte, revelando o seu património material e imaterial, em estreita cooperação com os artistas e também com as comunidades, as instituições e os agentes locais.


Ao longo de 4 edições, o MURO_LX promoveu mais de duas centenas de artistas urbanos, nacionais e estrangeiros, produziu cerca de cento e cinquenta novas peças de arte urbana e organizou um conjunto muito diversificado de iniciativas culturais, sociais e educativas, que visam desenvolver o conhecimento e estimular a criação de novas perspetivas artísticas sobre a cidade.


Lisboa é hoje reconhecida como uma cidade de referência nos circuitos internacionais da Arte Urbana, sendo o MURO_LX um dos projetos que mais contribui para a esse sucesso.

edições

2016 | CARNIDE

8 anos GAU | Celebração Arte Urbana

. área de intervenção – 200.000 m2, perímetro de 2100 metros

. intervenção artística: 6.000m 2

. participantes: 80

. peças de arte urbana realizadas: 60

. workshops de arte urbana: 25

. visitas guiadas: 14

. concertos/espetáculos: 8

 

2017 | MARVILA

Capital Ibero-Americana Cultura | O muro que nos une

. área de intervenção – 90.000 m2, perímetro de 1500 metros

. intervenção artística: 4.000m 2

. artistas participantes: 47

. peças de arte urbana realizadas: 32

. workshops de arte urbana: 11

. visitas guiadas: 14

. concertos/espetáculos: 10

 

2019 | LUMIAR

O território e novas práticas artísticas | A música

. área de intervenção – 190.000 m2, perímetro de 1800 metros

. intervenção artística: 7.000m 2

. artistas participantes: 30

. peças de arte urbana realizadas: 20

. workshops de arte urbana: 11

. visitas guiadas: 12

. concertos/espetáculos: 20

 

2021 | PARQUE DAS NAÇÕES

O Muro Que nos (re)úne | Cultura Urbana, Multiculturalidade, Sustentabilidade

. área de intervenção: 148.000m2; perímetro 345.000 m2

. intervenção artística: 8.000 m2

. artistas participantes: 30

. peças de arte urbana realizadas: 25

. exposições: 2

. instalações: 2

. workshop de arte urbana: 1

. visitas guiadas:81

INTERVENÇÕES ARTISTICAS, EXPOSIÇÕES, VISITAS-GUIADAS, WORKSHOP

 

Lisboa é mais uma vez palco do Muro, Festival de Arte Urbana. Nesta 4.ª edição, a arte urbana ocupa a Freguesia do Parque das Nações, a parte mais oriental da cidade de Lisboa, que se recriou e conquistou uma nova centralidade a partir do projeto cultural e urbanístico da Expo’98.


Cultura Urbana, multiculturalidade e sustentabilidade são os temas que inspiram mais de 30 artistas a intervir em espaço público, sob o mote o Muro que nos (re)úne. 


Consagrados e emergentes, individualmente ou em coletivo, portugueses e estrangeiros, residentes e nómadas urbanos, durante dez dias, todos estão na rua, e o público pode ver e acompanhar a criação de novas intervenções artísticas em Lisboa, considerada uma cidade de referência internacional no contexto da arte urbana.


De um modo orgânico, este Muro desdobra-se em vinte e cinco intervenções de grande escala, duas exposições, duas instalações e um workshop, distribuídos por vários pontos do território, como um desafio à multiplicação do nosso olhar sobre a cidade, sobre as comunidades, e sobre nós próprios enquanto Humanidade. 


O ponto de encontro, a Gare do Oriente, é também uma porta de entrada para o Muro LX_2021. Daí, irradiam três núcleos programáticos: Sustentabilidade na zona envolvente da Gare do Oriente e na Avenida de Pádua, Cultura Urbana no Parque Tejo e Multiculturalidade no Casal dos Machados.


Através de um conjunto de intervenções, exposições e instalações, os artistas do núcleo Sustentabilidade apresentam propostas à cidade, que são também visões e statements sobre as práticas e as vivências na atualidade. Aqui encontramos temas universais, com real impacto à escala global, como as alterações climáticas, energia, ecologia, poluição sonora e visual, contaminação das águas, salvaguarda de ecossistemas, economia circular, reciclagem e reutilização de recursos, entre outras questões associadas à proteção e revitalização dos recursos naturais e do meio ambiente e, por consequência, fundamentais à sobrevivência do planeta e do ser humano. Odeith, Bordallo II, Crack Kids, Jacqueline de Montaigne, Krus, Fahr021.3, Thiago Mazza, Rita Cabaço e os quatro artistas do Grupo Visegrado - Mikołaj Rejs, Fat Heat, Tomáš Junker aka Pauser e Dupla RCLS, são os autores das obras que nos despertam para este urgente olhar sobre o mundo e do necessário reencontro com os valores mais essenciais.


O núcleo da Cultura Urbana, no Parque Tejo, traz a dimensão da intermediação entre práticas artísticas, sociais e desportivas em espaço público, e a forma como a sociedade e as cidades de hoje são habitadas e experienciadas, através da interseção entre os diferentes domínios. As intervenções nos pilares da Ponte Vasco da Gama, nos campos de basquetebol e no skate park, traduzem este encontro. Neste núcleo encontramos o writer português Odeith, a writer columbiana Zurik, e os artistas Nuno Viegas, Trafic e o coletivo Thunders, que inclui Bray, Chure, Monster, Klit, Mar e Mosaik. O Casal dos Machados, núcleo da Multiculturalidade, propõe um olhar sobre as comunidades e as diferentes culturas, cruzando estes temas com valores prementes como a liberdade, a diversidade e a igualdade, através de intervenções de grande escala, em empenas de edifícios e muros, realizadas pelos três vencedores do Open Call lançado internacionalmente no âmbito do festival - Juan José Surace, MOTS e Rocket01 – , e pelas obras dos Colectivo Rua, D*Face, IAmEelco, Los Pepes, Mabel Vicentef, Nark, Pedro Podre e Stom500.


O poder criativo dos artistas urbanos expressa-se no Muro LX_2021 através da reunião de distintas técnicas, como desenho, pintura, ilustração, graffiti, 3D, design, tipografia e escultura cruzando-as com o território e a identidade do lugar onde se inscrevem, seja em empenas, atravessamentos pedonais e rodoviários, lojas, pilares, muros ou espaços abandonados.


De encontros e de reencontros - dos lugares, das artes, dos artistas e das pessoas - construímos o Muro LX_2021, uma malha que se expande e abraça Lisboa e o Parque das Nações, sempre com a arte urbana ao centro.

SUSTENTABILIDADE, CULTURA URBANA, MULTICULTURALIDADE

 

De um modo orgânico, este Muro desdobra-se em vinte e cinco intervenções de grande escala, duas exposições, duas instalações e um workshop, distribuídos por vários pontos do território, como um desafio à multiplicação do nosso olhar sobre a cidade, sobre as comunidades, e sobre nós próprios enquanto Humanidade.


O ponto de encontro, a Gare do Oriente, é também uma porta de entrada para o Muro LX_2021. Daí, irradiam três núcleos programáticos: Sustentabilidade na zona envolvente da Gare do Oriente e na Avenida de Pádua, Cultura Urbana no Parque Tejo e Multiculturalidade no Casal dos Machados.


SUSTENTABILIDADE

Através de um conjunto de intervenções, exposições e instalações, os artistas do núcleo Sustentabilidade apresentam propostas à cidade, que são também visões e statements sobre as práticas e as vivências na atualidade. Aqui encontramos temas universais, com real impacto à escala global, como as alterações climáticas, energia, ecologia, poluição sonora e visual, contaminação das águas, salvaguarda de ecossistemas, economia circular, reciclagem e reutilização de recursos, entre outras questões associadas à proteção e revitalização dos recursos naturais e do meio ambiente e, por consequência, fundamentais à sobrevivência do planeta e do ser humano. Odeith, Bordallo II, Crack Kids, Jacqueline de Montaigne, Krus, Fahr021.3, Thiago Mazza, Rita Cabaço e os quatro artistas do Grupo Visegrado - Mikołaj Rejs, Fat Heat, Tomáš Junker aka Pauser e Dupla RCLS, são os autores das obras que nos despertam para este urgente olhar sobre o mundo e do necessário reencontro com os valores mais essenciais.


CULTURA URBANA

O núcleo da Cultura Urbana, no Parque Tejo, traz a dimensão da intermediação entre práticas artísticas, sociais e desportivas em espaço público, e a forma como a sociedade e as cidades de hoje são habitadas e experienciadas, através da interseção entre os diferentes domínios. As intervenções nos pilares da Ponte Vasco da Gama, nos campos de basquetebol e no skate park, traduzem este encontro. Neste núcleo encontramos o writer português Odeith, a writer columbiana Zurik, e os artistas Nuno Viegas, Trafic e o coletivo Thunders, que inclui Bray, Chure, Monster, Klit, Mar e Mosaik. 


MULTICULTURALIDADE

O Casal dos Machados, núcleo da Multiculturalidade, propõe um olhar sobre as comunidades e as diferentes culturas, cruzando estes temas com valores prementes como a liberdade, a diversidade e a igualdade, através de intervenções de grande escala, em empenas de edifícios e muros, realizadas pelos três vencedores do Open Call lançado internacionalmente no âmbito do festival - Juan José Surace, MOTS e Rocket01 – , e pelas obras dos Colectivo Rua, D*Face, IAmEelco, Los Pepes, Mabel Vicentef, Nark, Pedro Podre e Stom500.

O MURO_LX é o festival de Arte Urbana de Lisboa, desenvolvido pela Galeria de Arte Urbana (GAU), núcleo do Departamento de Património Cultural, integrado na Direção Municipal de Cultura da Câmara Municipal de Lisboa.


O Festival MURO_LX foi criado em 2016 com o propósito de promover a Arte Urbana na cidade de Lisboa, através do apoio à criação e à produção de novas obras em espaço público, e difundir os seus autores, nacionais e estrangeiros.


A cada edição, o MURO_LX intervém numa única freguesia da cidade, proporcionando a descoberta de um novo território através da arte, revelando o seu património material e imaterial, em estreita cooperação com os artistas e também com as comunidades, as instituições e os agentes locais.


Ao longo de 4 edições, o MURO_LX promoveu mais de duas centenas de artistas urbanos, nacionais e estrangeiros, produziu cerca de cento e cinquenta novas peças de arte urbana e organizou um conjunto muito diversificado de iniciativas culturais, sociais e educativas, que visam desenvolver o conhecimento e estimular a criação de novas perspetivas artísticas sobre a cidade.


Lisboa é hoje reconhecida como uma cidade de referência nos circuitos internacionais da Arte Urbana, sendo o MURO_LX um dos projetos que mais contribui para a esse sucesso.

edições

2016 | CARNIDE

8 anos GAU | Celebração Arte Urbana

» área de intervenção – 200.000 m2, perímetro de 2100 metros

» intervenção artística: 6.000m 2

» participantes: 80

» peças de arte urbana realizadas: 60

» workshops de arte urbana: 25

» visitas guiadas: 14

» concertos/espetáculos: 8

 

2017 | MARVILA

Capital Ibero-Americana Cultura | O muro que nos une

» área de intervenção – 90.000 m2, perímetro de 1500 metros

» intervenção artística: 4.000m 2

» artistas participantes: 47

» peças de arte urbana realizadas: 32

» workshops de arte urbana: 11

» visitas guiadas: 14

» concertos/espetáculos: 10

 

2019 | LUMIAR

O território e novas práticas artísticas | A música

» área de intervenção – 190.000 m2, perímetro de 1800 metros

» intervenção artística: 7.000m 2

» artistas participantes: 30

» peças de arte urbana realizadas: 20

» workshops de arte urbana: 11

» de visitas guiadas: 12

» concertos/espetáculos: 20

 

2021 | PARQUE DAS NAÇÕES

O Muro Que nos (re)úne | Cultura Urbana, Multiculturalidade, Sustentabilidade

» área de intervenção –

» intervenção artística:

» artistas participantes: 30

» peças de arte urbana realizadas: 25

» exposições: 2

» instalações: 2

» workshop de arte urbana: 1

» de visitas guiadas:

INTERVENÇÕES ARTISTICAS, EXPOSIÇÕES, VISITAS-GUIADAS, WORKSHOP

 

Lisboa é mais uma vez palco do Muro, Festival de Arte Urbana. Nesta 4.ª edição, a arte urbana ocupa a Freguesia do Parque das Nações, a parte mais oriental da cidade de Lisboa, que se recriou e conquistou uma nova centralidade a partir do projeto cultural e urbanístico da Expo’98.


Cultura Urbana, multiculturalidade e sustentabilidade são os temas que inspiram mais de 30 artistas a intervir em espaço público, sob o mote o Muro que nos (re)úne. 


Consagrados e emergentes, individualmente ou em coletivo, portugueses e estrangeiros, residentes e nómadas urbanos, durante dez dias, todos estão na rua, e o público pode ver e acompanhar a criação de novas intervenções artísticas em Lisboa, considerada uma cidade de referência internacional no contexto da arte urbana.


De um modo orgânico, este Muro desdobra-se em vinte e cinco intervenções de grande escala, duas exposições, duas instalações e um workshop, distribuídos por vários pontos do território, como um desafio à multiplicação do nosso olhar sobre a cidade, sobre as comunidades, e sobre nós próprios enquanto Humanidade. 


O ponto de encontro, a Gare do Oriente, é também uma porta de entrada para o Muro LX_2021. Daí, irradiam três núcleos programáticos: Sustentabilidade na zona envolvente da Gare do Oriente e na Avenida de Pádua, Cultura Urbana no Parque Tejo e Multiculturalidade no Casal dos Machados.


Através de um conjunto de intervenções, exposições e instalações, os artistas do núcleo Sustentabilidade apresentam propostas à cidade, que são também visões e statements sobre as práticas e as vivências na atualidade. Aqui encontramos temas universais, com real impacto à escala global, como as alterações climáticas, energia, ecologia, poluição sonora e visual, contaminação das águas, salvaguarda de ecossistemas, economia circular, reciclagem e reutilização de recursos, entre outras questões associadas à proteção e revitalização dos recursos naturais e do meio ambiente e, por consequência, fundamentais à sobrevivência do planeta e do ser humano. Odeith, Bordallo II, Crack Kids, Jacqueline de Montaigne, Krus, Fahr021.3, Thiago Mazza, Rita Cabaço e os quatro artistas do Grupo Visegrado - Mikołaj Rejs, Fat Heat, Tomáš Junker aka Pauser e Dupla RCLS, são os autores das obras que nos despertam para este urgente olhar sobre o mundo e do necessário reencontro com os valores mais essenciais.


O núcleo da Cultura Urbana, no Parque Tejo, traz a dimensão da intermediação entre práticas artísticas, sociais e desportivas em espaço público, e a forma como a sociedade e as cidades de hoje são habitadas e experienciadas, através da interseção entre os diferentes domínios. As intervenções nos pilares da Ponte Vasco da Gama, nos campos de basquetebol e no skate park, traduzem este encontro. Neste núcleo encontramos o writer português Odeith, a writer columbiana Zurik, e os artistas Nuno Viegas, Trafic e o coletivo Thunders, que inclui Bray, Chure, Monster, Klit, Mar e Mosaik. O Casal dos Machados, núcleo da Multiculturalidade, propõe um olhar sobre as comunidades e as diferentes culturas, cruzando estes temas com valores prementes como a liberdade, a diversidade e a igualdade, através de intervenções de grande escala, em empenas de edifícios e muros, realizadas pelos três vencedores do Open Call lançado internacionalmente no âmbito do festival - Juan José Surace, MOTS e Rocket01 – , e pelas obras dos Colectivo Rua, D*Face, IAmEelco, Los Pepes, Mabel Vicentef, Nark, Pedro Podre e Stom500.


O poder criativo dos artistas urbanos expressa-se no Muro LX_2021 através da reunião de distintas técnicas, como desenho, pintura, ilustração, graffiti, 3D, design, tipografia e escultura cruzando-as com o território e a identidade do lugar onde se inscrevem, seja em empenas, atravessamentos pedonais e rodoviários, lojas, pilares, muros ou espaços abandonados.


De encontros e de reencontros - dos lugares, das artes, dos artistas e das pessoas - construímos o Muro LX_2021, uma malha que se expande e abraça Lisboa e o Parque das Nações, sempre com a arte urbana ao centro.

SUSTENTABILIDADE, CULTURA URBANA, MULTICULTURALIDADE

 

De um modo orgânico, este Muro desdobra-se em vinte e cinco intervenções de grande escala, duas exposições, duas instalações e um workshop, distribuídos por vários pontos do território, como um desafio à multiplicação do nosso olhar sobre a cidade, sobre as comunidades, e sobre nós próprios enquanto Humanidade.


O ponto de encontro, a Gare do Oriente, é também uma porta de entrada para o Muro LX_2021. Daí, irradiam três núcleos programáticos: Sustentabilidade na zona envolvente da Gare do Oriente e na Avenida de Pádua, Cultura Urbana no Parque Tejo e Multiculturalidade no Casal dos Machados.


SUSTENTABILIDADE

Através de um conjunto de intervenções, exposições e instalações, os artistas do núcleo Sustentabilidade apresentam propostas à cidade, que são também visões e statements sobre as práticas e as vivências na atualidade. Aqui encontramos temas universais, com real impacto à escala global, como as alterações climáticas, energia, ecologia, poluição sonora e visual, contaminação das águas, salvaguarda de ecossistemas, economia circular, reciclagem e reutilização de recursos, entre outras questões associadas à proteção e revitalização dos recursos naturais e do meio ambiente e, por consequência, fundamentais à sobrevivência do planeta e do ser humano. Odeith, Bordallo II, Crack Kids, Jacqueline de Montaigne, Krus, Fahr021.3, Thiago Mazza, Rita Cabaço e os quatro artistas do Grupo Visegrado - Mikołaj Rejs, Fat Heat, Tomáš Junker aka Pauser e Dupla RCLS, são os autores das obras que nos despertam para este urgente olhar sobre o mundo e do necessário reencontro com os valores mais essenciais.


CULTURA URBANA

O núcleo da Cultura Urbana, no Parque Tejo, traz a dimensão da intermediação entre práticas artísticas, sociais e desportivas em espaço público, e a forma como a sociedade e as cidades de hoje são habitadas e experienciadas, através da interseção entre os diferentes domínios. As intervenções nos pilares da Ponte Vasco da Gama, nos campos de basquetebol e no skate park, traduzem este encontro. Neste núcleo encontramos o writer português Odeith, a writer columbiana Zurik, e os artistas Nuno Viegas, Trafic e o coletivo Thunders, que inclui Bray, Chure, Monster, Klit, Mar e Mosaik. 


MULTICULTURALIDADE

O Casal dos Machados, núcleo da Multiculturalidade, propõe um olhar sobre as comunidades e as diferentes culturas, cruzando estes temas com valores prementes como a liberdade, a diversidade e a igualdade, através de intervenções de grande escala, em empenas de edifícios e muros, realizadas pelos três vencedores do Open Call lançado internacionalmente no âmbito do festival - Juan José Surace, MOTS e Rocket01 – , e pelas obras dos Colectivo Rua, D*Face, IAmEelco, Los Pepes, Mabel Vicentef, Nark, Pedro Podre e Stom500.

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